Mãe com gravidez de risco rejeita aborto após Deus falar com o marido em sonho

Com as trompas danificadas e com cirurgia marcada, Sabina rejeita a opinião médica e decide confiar na promessa de Deus.

Fonte: Guiame, com informações de CBN NewsAtualizado: quarta-feira, 20 de outubro de 2021 15:23
Momento de oração antes do parto. (Foto: Captura de Tela/CBN News)
Momento de oração antes do parto. (Foto: Captura de Tela/CBN News)

Ao começar sua família, Sabina Patterson inicialmente enfrentou problemas por não poder ter filhos. Por meio da fertilização in vitro, ela foi capaz de se tornar mãe de gêmeos. 

Com quase 40 anos, porém, ela desejou ter mais um filho. Os médicos disseram que suas trompas estavam danificadas e precisavam de cirurgia para removê-las. No entanto, na noite anterior à operação, seu marido Jermain disse algumas palavras que mudaram sua história.

“Meu marido teve uma revelação. Oramos às 23h15. Então, à meia-noite, ele pulou da cama e eu disse 'O que está acontecendo?' E Ele respondeu: 'Deus disse que você está grávida. Ele lhe dará um filho chamado Judah Emmanuel.’ Quando cheguei ao hospital, informei aos médicos que Deus disse que eu estava grávida”, compartilhou.

Resultado positivo

No hospital, os resultados do teste de gravidez de Sabina foram positivos, mas os médicos determinaram que era uma 'falsa gravidez'. Eles viram um desenvolvimento em sua trompa de falópio e a incentivaram a prosseguir com a cirurgia para removê-la.

Sabina permaneceu confiante na promessa de Deus e recusou a operação. “Eu estava falando com eles e disse, sabe, 'Estou grávida e é um bebê'. E eles disseram: 'Não, não é um bebê.' Eles estavam duvidando de Deus e fizeram parecer que eu era louca”, lembrou.

“Deus pode usar o tolo para confundir o sábio. Então, eu disse a Deus que Ele mesmo provasse aos médicos. E essa foi a nossa oração seguinte”, contou.


Sabina Patterson grávida de Judah, seu marido Jermain e os filhos gêmeos. (Foto: Captura de tela/CBN News)

“Parabéns, você está grávida”

Sabina não conseguiu encontrar um profissional médico que concordasse com o atendimento pré-natal. Então, com oito semanas, ela foi a uma clínica cristã, onde conseguiu fazer uma ultrassonografia.

“Eles encontraram o bebê e a frequência cardíaca dele era de 158. Eu disse: 'Obrigada, Jesus.' E Judah levantou as mãos na minha barriga e os médicos também perceberam. E eles disseram: ‘As mãos do bebê estão levantadas’. Parabéns, você está grávida”, relatou.

Foi determinado que Sabina teve uma gravidez ectópica — quando o feto se desenvolve na trompa de Falópio. Seu útero estava cheio de tumores fibróides. Sua condição representava um sério risco à vida de seu filho e à sua própria.

“O Senhor disse que eu vou ser curada e que tudo vai ficar bem”

A clínica não estava equipada para tratá-la. Em outro consultório, ela conheceu o médico pró-vida J. Bruchalski que a atendeu. Ele explicou que o bebê não conseguiu passar pela trompa e estava atrás do útero. Essa condição poderia machucar ou até matar aquela vida.

Sabina dividiu com o médico que estava confiante em Deus. “O Senhor me disse que eu vou ser curada e que tudo vai ficar bem”. Ela procurou várias outras opiniões médicas, mas a resposta era sempre a mesma — abortar ou morrer.

O casal acreditou firmemente na promessa de Deus. “Eu disse: Não, não vou matar o bebê porque é uma promessa de Deus”. 


Sabina Patterson, seu marido Jermain e Judah. (Foto: Captura de tela/CBN News)

O milagre aconteceu

Depois de seis meses de gravidez, a bolsa estourou e Sabina foi internada no Hospital Johns Hopkins. Sua placenta havia invadido seu fígado e rins. O médico disse que o bebê poderia nascer prematuro e que não esperava que Sabina sobrevivesse. 

“Eu sabia que não podia permitir que a dúvida se instalasse dentro de mim. E eu sabia que tinha que continuar, orar, persistir, porque sei que Deus pode fazer qualquer coisa”, confiou.

Em 17 de novembro de 2017, a família e os membros da igreja oraram quando Sabina entrou em cirurgia. Duas horas depois, ela deu à luz um menino, Judah. Sabina se recuperou totalmente.

“Nós choramos, e foi um choro de gratidão a Deus. E nós dançamos no  hospital”, recordou. Depois de três meses na UTI, Judah voltou para casa com seus pais. “Ele mesmo se desconectou dos tubos puxando para fora do nariz. Ele voltou para casa sem oxigênio e sem tubos. E desde então ele não voltou ao hospital”, disse.

“Todo dia eu olho para ele e digo que é um milagre. Uma criança milagrosa. E ele vai fazer grandes coisas. No fundo, é a graça e a misericórdia de Jesus Cristo”, reconheceu. 

Hoje, Sabina e Jermain dizem que sua família está completa e são gratos por uma promessa especial que lhes trouxe Judah. “Sempre tenha fé. Se Deus disse isso, acredite e apenas tenha confiança Nele. Não importa como seja a situação. Meu filho é um milagre e eu acredito que ele está aqui por um motivo”, concluiu. 

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