Aprovação do governo Dilma despenca para 12%, diz CNI/Ibope

Segundo pesquisa, 64% consideram o governo ruim ou péssimo; confiança na presidente e aprovação da maneira de governar também caíram

Fonte: terra.com.brAtualizado: quarta-feira, 1 de abril de 2015 15:03
governo Dilma
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A aprovação do governo Dilma Rousseff caiu para 12%, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira. Encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o levantamento indica que o governo é desaprovado por 64% da população.

Em dezembro do ano passado, a pesquisa, que é realizada a cada três meses, apontava uma aprovação do governo Dilma era de 40%.  Esse percentual, dos brasileiros que consideram o governo ótimo e bom, caiu 28 pontos percentuais em três meses, chegando aos 12%. O percentual do ruim e péssimo subiu de 27% para 64%, 37 pontos percentuais. O regular passou de 32% para 23%.

O índice de aprovação do governo é o pior registrado na série histórica desde o primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, em 1995. O tucano chegou a registrar 22% no mesmo período de 1999, depois de sua reeleição, índice que chegou a 16% e 17% no mesmo ano, em um período de desvalorização do Real.

A aprovação da maneira de governar e a confiança na presidente Dilma Rousseff também despencaram, segundo a pesquisa. O percentual dos que aprovavam o desempenho da petista passou de 52% para 19%, enquanto a desaprovação foi de 42% para 78%. A confiança passou de 51% para 24%, enquanto os que não confiam subiu 30 pontos percentuais para 74%.

Segundo a pesquisa, a queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff foi mais acentuada entre os grupos onde a petista costumava ser melhor avaliada. Em dezembro, 53% dos eleitores com até quarta série do ensino fundamental consideravam o governo ótimo e bom. Esse percentual passou para 18%.

A popularidade também teve queda entre os mais jovens. Apenas 8% dos eleitores entre 25 e 34 anos avaliam o governo como ótimo ou bom, percentual que era de 36% em dezembro. O governo Dilma teve a maior queda de aprovação na região Sul, passando de 40% para 8%.

 
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