
Uma pessoa identificada como ativista trans rasgou páginas de uma Bíblia durante um protesto em frente à Prefeitura de Nova York, nos EUA, na sexta-feira (11), data em que o país lembrava os 25 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro.
Imagens que circularam nas redes sociais mostram um homem vestido com lingerie feminina, usando chifres de diabo e segurando um crucifixo.
Ele abre a Bíblia, comenta que ela é pesada e, em seguida, arranca algumas páginas e as joga no chão.
COUNTER-PROTEST: Notorious NYC transgender activist is wearing devil horns and ripping pages out of a Bible in front of cops and Jake Lang supporters.@choeshow|@TPUSA pic.twitter.com/Iaw1xj99D1
— FRONTLINES TPUSA (@FrontlinesTPUSA) September 11, 2026
Segundo o LifeSiteNews, o ativista trans é identificado como Qween Amor, um artista performático conhecido por suas performances públicas consideradas “blasfemas e sacrílegas” na cidade de Nova York.
Policiais estavam próximos ao local durante a ação, mas não intervieram, como mostram as imagens divulgadas nas redes sociais.
De acordo com a mídia, o episódio ocorreu durante um contraprotesto organizado em resposta a uma manifestação anti-Islã realizada no mesmo local.
Versículo de Miqueias
Após rasgar as páginas da Bíblia, a pessoa leu em voz alta um trecho de Miqueias 5:10, no qual o Senhor anuncia a destruição de cavalos, carros de guerra, cidades e fortalezas.
“Naquele dia”, declara o Senhor, “eliminarei os seus cavalos e destruirei os seus carros de guerra. Destruirei as cidades da sua terra e derrubarei todas as suas fortalezas”, diz o trecho citado durante a manifestação.
Repercussão nas redes sociais
A gravação rapidamente provocou reações nas redes sociais. Enquanto usuários condenaram o ato contra a Bíblia, outros classificaram a apresentação como uma tentativa de chamar atenção por meio de uma provocação pública.
“É isso que chamamos de ‘liberdade de expressão’?”, questionou um internauta ao comentar as imagens.
Outro usuário afirmou que a ação teria sido realizada apenas para conseguir repercussão nas redes sociais. “Buscando atenção ao máximo”, comentou outra pessoa.
O incidente ocorreu em meio a um ambiente de tensão nas proximidades da Prefeitura. Segundo o International Business Times, a manifestação anti-Islã reuniu cerca de 100 pessoas, enquanto aproximadamente 40 contramanifestantes participaram do ato contrário.
Houve confrontos entre integrantes dos grupos e pelo menos uma prisão foi registrada. A polícia também impediu que manifestantes avançassem em direção à região do World Trade Center.
25 anos do 11 de Setembro
A manifestação aconteceu enquanto Nova York realizava cerimônias oficiais para lembrar as vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Há 25 anos, terroristas sequestraram quatro aviões comerciais nos EUA. Duas aeronaves atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York; outra atingiu o Pentágono, na Virgínia; e uma quarta caiu na Pensilvânia após passageiros reagirem aos sequestradores.
Quase 3 mil pessoas morreram nos ataques.
Enquanto protestos e confrontos aconteciam em outras áreas da cidade, familiares das vítimas se reuniram no Memorial do 11 de Setembro para a tradicional leitura dos nomes daqueles que perderam a vida nos atentados.
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