7 dicas para não ser barrado nos aeroportos internacionais

O UOL Viagem listou sete dicas para evitar que você seja chamado à temida salinha de interrogatórios.

Fonte: Guiame, com informações de UOLAtualizado: terça-feira, 16 de maio de 2017 11:57
É preciso estar preparado para encarar os oficiais de imigração nos aeroportos internacionais. (Foto: James Tourtellotte/Flickr/U.S. Customs and Border Protection)
É preciso estar preparado para encarar os oficiais de imigração nos aeroportos internacionais. (Foto: James Tourtellotte/Flickr/U.S. Customs and Border Protection)

Você provavelmente já soube de turistas que foram deportados e sonhadas viagens que foram barradas. Para que o momento da imigração não seja um problema, o UOL Viagem listou sete dicas para evitar que você seja chamado à temida salinha de interrogatórios:

1. Use roupas apropriadas  

Turista não precisa de roupa social. Em vez de impressionar os oficiais, você pode levantar suspeitas. Para eles, isso pode ser um indício de que a pessoa quer usar a boa aparência para evitar interrogatórios e, depois, ficar ilegalmente no país.

Mas também não precisa chegar de regata, bermuda puída e chinelos: isso pode fazer os oficiais pensarem que você não tem dinheiro para bancar suas férias e fazê-lo perder tempo com perguntas sobre sua conta bancária.  

2. Leve malas suficientes  

Certa vez, este repórter presenciou um casal brasileiro ser levado do terminal de desembarque de um aeroporto dos Estados Unidos para a sala de interrogatórios. O motivo: depois de passarem pela imigração, os dois pegaram uma quantidade enorme de malas na esteira.

Oficiais viram que as bagagens não condiziam com o tempo que o casal afirmou que ficaria de férias (o que levantou a suspeita de que os dois iriam se mudar ilegalmente). E o casal foi conduzido para responder a algumas perguntas. Um pouco mais de parcimônia na hora de montar a mala, com uma quantidade de peças suficiente para usar durante o passeio, teria, provavelmente, evitado isso.    

3. Cuidado com as redes sociais  

Oficiais de imigração americanos podem verificar as redes sociais dos viajantes que pretendem entrar no país. Se eles encontrarem algum sinal de que a viagem não será como a relatada na entrevista, há boas chances de você ser deportado.

Seja sincero na hora de responder às perguntas do oficial de imigração, relacionadas a quantos dias você pretende ficar no país, que lugares irá visitar, se conhece alguém lá, qual é o propósito da viagem etc.  

4. Cheque a situação de seu anfitrião  

Se pretende ficar na casa de amigos, verifique como está a situação deles no país. Se o anfitrião for um brasileiro ilegal e o agente de imigração descobrir, você pode ser barrado.  

5. Imprima tudo  

Sempre leve impressas, na bagagem de mão, a passagem aérea de volta e reserva de seu hotel ou do Airbnb (ou os dados de contato e uma carta-convite do amigo ou familiar que irá te hospedar). Diversos países podem exigir que o viajante mostre esta reserva em suas fronteiras.

Nações europeias do Espaço Schengen (como Espanha, França, Portugal e Itália) também cobram um seguro-assistência com cobertura mínima de 30 mil euros.

6. Tenha dinheiro na carteira  

Os oficiais podem pedir para ver se sua carteira está abastecida. Por isso, ter dinheiro vivo e pelo menos um cartão de crédito internacional é essencial. Nas fronteiras do Espaço Schengen, por exemplo, os viajantes podem ser obrigados a provar que têm pelos menos 65 euros para gastar por dia de viagem.  

7. Fique de olho nas exigências do país  

Muitos países adotam regras específicas: a Austrália, por exemplo, pede o certificado de vacina da febre amarela para brasileiros. Já o Líbano impede a entrada de quem tenha o carimbo de ingresso em Israel em seu passaporte (por conta das guerras e crises políticas entre as nações).

Em Israel, você tomará uma canseira se disser que vai visitar amigos árabes ou entrar em territórios palestinos, como Ramallah, Jericó e Nablus. Para eles, você será um potencial agitador político pró-Palestina contra o governo. E, claro: verifique sempre se o país exige visto antecipado.

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