10 praias pouco badaladas para conhecer neste verão

Aproveite o clima de verão e conheça algumas ilhas e praias com pouco movimento na alta temporada.

Fonte: guiame.com.brAtualizado: sexta-feira, 2 de janeiro de 2015 15:52
praias brasil
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Quem já teve a oportunidade de visitar praias de muito movimento do litoral brasileiro, precisa conhecer algumas dicas de ilhas e praias pouco visitadas, mesmo no verão. Conseguir um lugar ao sol é muito complicado nesta época do ano em que muitas pessoas estão de férias.

Para mudar a rota de costume e conseguir relaxar sem estresse, confira as dicas de praias pouco badaladas.

Aventureiro, Rio de Janeiro
Com apenas cerca de 500 metros de areia fina e prateada e uma água límpida, a praia de Aventureiro é considerado por muitos a mais bonita de Ilha Grande, em Angra dos Reis. O coqueiro deitado, a piscina natural e a pequena vila com pouco mais de 100 moradores resistem há décadas. É muito buscada por surfistas, que se instalam em campings ao som de lampiões e velas.

Barra de Santo Antônio, Alagoas
Apenas 45 quilômetros separam Maceió do vilarejo de Barra de Santo Antônio, que conquista visitantes com suas praias de falésias coloridas e águas transparentes. Entre elas, destaca-se a de Carro Quebrado, um dos destinos favoritos dos alagoanos e ponto de nudismo eventual com seu mar verde esmeralda. A construção de uma ponte que liga Barra de Santo Antônio à Ilha da Croa facilitou o acesso, mas ainda não é mais permitido passar de carro ou estacionar na areia.

Carneiros, Pernambuco
A 90 quilômetros ao sul de Recife, no município de Tamandaré, a praia de Carneiro conserva quase a mesma paisagem do início do século. Contornada por 5 quilômetros de coqueiros, o estuário do Rio Formoso e uma barreira de corais que formam piscinas naturais de água transparente e calma, guarda semelhanças com sua vizinha mais famosa, Porto de Galinhas, que fica a 74 quilômetros dali. Mas a igrejinha antiga e embarcações rústicas não deixam dúvidas sobre este trecho eleito um dos mais bonitos da costa brasileira.

praiaFeiticeira, São Paulo
Não é fácil chegar à Praia da Feiticeira: o caminho para quem vem de fora exige passar pelos 5 quilômetros de balsa que separam a ilha e outros 11,5 quilômetros em direção ao sul da Vila de Ilhabela. Para acessar a praia, é preciso ainda caminhar 200 metros da estrada principal, passando pela fazenda que abrigava um antigo engenho. O visual, no entanto, é recompensador: 250 metros de areias em formato de tombo, duas cachoeiras que deságuam na praia, delimitados pelo casarão em estilo colonial ainda intacto e um luxuoso condomínio na outra ponta.

Fernando de Noronha, Pernambuco
O arquipélago é tão antigo quanto o continente –sua descoberta, em 1503, é atribuída ao navegador Américo Vespúcio, integrante da segunda expedição de exploração à costa brasileira. Mas o acesso difícil e, principalmente, à limitação do número de turistas, garante a preservação e o charme de paraíso pouco explorado. Patrimônio Mundial Natural declarado pela Unesco em 2001, segue atraindo surfistas e famosos que se engajam em projetos ecológicos locais.

Icaraí de Amontada, Ceará
No litoral oeste cearense, pela mesma estrada que leva a Jericoacoara, esta vila de pescadores, a 220 quilômetros de Fortaleza, atraiu primeiro os praticantes de kitesurf. Mas suas belas dunas, piscinas naturais e maré baixa logo atraíram um certo movimento de turistas como alternativa à vizinha mais badalada. É um destino para se desligar: lá não há sinal de celular, embora algumas pousadas –muitas delas comandadas por franceses- possuam wifi.

Ilha do Mel, Paraná
Considerada pelos próprios paranaenses o local com as melhores praias do estado, a Ilha do Mel possui um restrito programa de manejo, o que mantém sua exuberante paisagem ao longo dos anos. Dos seus 2,7 mil hectares, apenas 200 têm permissão de uso. O restante é parte da reserva ecológica tombada pelo Patrimônio Histórico em 1975, administrada pelo Instituto Ambiental do Paraná. Também não é permitida a tração animal ou a motor na ilha. Isso resulta em paisagens deslumbrantes que se espalham pelos vilarejos de Fortaleza, Nova Brasília, Farol, Praia Grande e Encantadas, onde o turista dispões de pequenas pousadas e restaurantes.

Prainha, Rio de Janeiro
É difícil de acreditar que, a poucos quilômetros das lotadas areias de Copacabana e Ipanema, exista uma faixa de areia quase sempre tranquila, entre os bairros de Recreio dos Bandeirantes e Grumari. Área de Proteção Ambiental, com uma área florestal de proteção permanente que veta qualquer construção à beira-mar, a Prainha é muito procurada para a prática de surfe. Ali, em 1992, alguns deles se reuniram para fundar a Associação dos Surfistas e Amigos da Prainha, formada para barrar exatamente a construção de oito prédios com mais de 20 andares no local. Deu certo e a pequena praia continua cercada pelo verde da mata atlântica e o maciço da Pedra Branca.

São Miguel do Gostoso, Rio Grande do Norte
Praias desertas de águas mansas e um brisa constante esperam pelo turista em São Miguel do Gostoso, município a 1h20 de viagem de Natal. Conhecida como “esquina do continente”, por ser na ponta oeste do continente, é reduto dos praticantes de esportes de vela. Das quatro praias, a Ponta de Santo Cristo tem as melhores ondas, além das águas mornas, cercadas por dunas, falésias e coqueiros.

Taipus de Fora, Bahia
Quase sempre presente nas listas de praias mais bonitas do país, Taipus de Fora ainda é um recanto menos movimentado da Península de Maraú, na Bahia. Ao sul de Barra Grande, praia mais famosa da região, se estende por 7 quilômetros de areia clara, coqueiros gigantes e recifes de corais, que formam enormes piscinas naturais de águas cristalinas na maré baixa. É lá que o publicitário Duda Mendonça mantém sua propriedade de 1 milhão de metros quadrados, com 300 metros de frente ao mar. O sossego da praia, inclusive, só é interrompido pelo ir e vir do helicóptero que levando o baiano e seus convidados nos fins de semana.


com informações de: Marie Claire

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