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Saúde

SP ganha superlaboratório de pesquisa em oncologia molecular

SP ganha superlaboratório de pesquisa em oncologia molecular

Fonte: Atualizado: sábado, 29 de março de 2014 03:30

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira completou um ano de existência em maio com um projeto ousado: coordenar e integrar uma rede composta por 20 grupos que atuam em pesquisa básica de câncer. O projeto inclui a implantação, neste ano, de um Centro de Pesquisa em Oncologia Molecular no prédio do hospital situado na avenida Doutor Arnaldo, região oeste de São Paulo. O investimento previsto é de R$ 12 milhões.

Na nova unidade, que irá funcionar como um superlaboratório com plataformas multiusuáruios, será possível otimizar recursos, sistematizar a coleta, realizar o processamento de amostras e testes e acelerar a difusão dos resultados obtidos nas diversas frentes de pesquisa hoje espalhadas no Hospital das Clínicas, Incor, Faculdade de Medicina da USP e Hospital A.C. Camargo, dentre outras instituições.

O Instituto do Câncer disponibilizará, em seu novo centro, equipamentos e serviços comuns a todos os grupos de pesquisa, num total de 40 pesquisadores e 130 alunos de pós-graduação, incluindo microscópios a laser, seqüenciadores de DNA, separadores de células e ambientes para cultivo de células e produção de DNA recombinante e vírus recombinantes. Haverá, ainda, a implantação de um banco de amostras biológicas, com fragmentos de tumores congelados, amostras de sangue, RNA, DNA e proteínas coletadas dos pacientes.

O local atenderá programas de pesquisas clínicas, oncologia molecular (que estuda, por exemplo, novos marcadores para diagnóstico de tumores), inovações terapêuticas e, posteriormente, medicina regenerativa aplicada à oncologia.

"Vamos sistematizar a coleta e o processamento de informações, usando plataformas de alta tecnologia. Tudo para testar com mais velocidade os avanços que forem surgindo na área de pesquisa contra o câncer. O Instituto será o ponto central de uma grande rede que reunirá todos os pesquisadores em câncer que hoje atuam no sistema HC", afirma o professor Roger Chammas, coordenador do Centro de Pesquisa em Oncologia Molecular do Instituto do Câncer de São Paulo.

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