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Saúde

Prisão de ventre infantil - Problema leva muitas mães aos consultórios pediátricos

Prisão de ventre infantil - Problema leva muitas mães aos consultórios pediátricos

Fonte: Atualizado: sábado, 29 de março de 2014 03:31

Uma das queixas mais comuns das mães nos consultórios pediátricos é o fato de seu filho ter problemas para evacuar. Cólicas intestinais, dificuldade para expelir os excrementos (faz força ou sente dor), eliminação de fezes ressecadas ou duras e presença de sangue nas fezes são os sintomas que revelam a constipação intestinal (prisão de ventre).

As causas para a prisão de ventre variam de acordo com a faixa etária da criança e, normalmente, estão ligadas à falta de ingestão de líquido e dieta inadequada, pobre em fibras. "Quando a criança é maior, o problema passa a ser falta de tempo. Ela não quer parar suas atividades para fazer suas necessidades biológicas", revela o pediatra Paulo Abrahão.

O especialista revela que é normal um bebê ter prisão de ventre porque eles só começam a formar a prensa abdominal, que auxilia na evacuação, quando começam a sentar e a ficar em pé. "Então, os bebês são obrigados a evacuar deitado. Por isso, não é bom oferecer alimentos nesse período: o indicado é depois dos quatro meses, quando já começa a sentar", explica.

A alimentação infantil deve ser rica em fibras. O médico orienta que, se a criança apresentar prisão de ventre, é interessante oferecer alimentos que podem servir de laxante, como caldinho de ameixa, laranja, folhas (principalmente as que podem ser cozidas) e água.

"Se isso não tiver nenhuma alteração orgânica, a mãe deve levar ao pediatra para que ele ajude a resolver o problema. Às vezes, é necessário a ajuda de um nutrólogo", esclarece.

Periodicidade

A evacuação normal de uma criança deve ocorrer diariamente. "É bom que não ultrapasse dois dias", diz Drº Abrahão.

Já para determinar o "intestino solto" vai depender da consistência das fezes. Entretanto, passando de cinco vezes já pode ser constatado o problema "mesmo que a consistência seja normal".

Postado por: Claudia Moraes

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