
A esterilização líquida de equipamentos médicos-hospitalares para cirurgia está proibida por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que editou, na última segunda-feira, 2 de março, resolução com esse objetivo.
A norma diz que a esterilização de equipamentos e materiais usados em cirurgias abdominais e pélvicas, lipoaspiração, mamoplastias e cirurgias por vídeo deve ser feita por meio de outros métodos, como, por exemplo, o uso de máquinas que esterilizam em alta temperatura e sob pressão.
Os hospitais que realizarem a cirurgia também devem monitorar a saúde do paciente por 90 dias e manter registro que permitam a identificação de uso do instrumental e outros materiais dos procedimentos cirúrgicos e submetidos à esterilização.
Segundo a Anvisa, a resolução objetiva a redução da incidência de infecções que entre 2000 e 2008 somaram 2.128 casos (80% na rede privada, segunda a Agência). Em caso de descumprimento da norma, os estabelecimentos poderão ser até interditados e pagar multa que varia de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.
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