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Saúde

Estudo aponta que vitamina B3 reduz risco de câncer de pele

Substância conhecida de nicotinamida detectou ser eficaz em melhorias para reparar o DNA e restaurar a imunidade da pele

Fonte: Guiame, com informações de MedplanAtualizado: quinta-feira, 14 de maio de 2015 18:20
vitamina B3
vitamina B3

Uma pesquisa realizada esta semana durante uma conferência sobre o câncer nos Estados Unidos, revelou que a vitamina B3 pode ajudar a reduzir o risco de câncer de pele não-melanoma em 23%.

Segundo so resultados da pesquisa revelada em ocasião anterior ao American College of Clinical Oncology Conference em Chicago, no final do mês de abril, o suplemento vitamínico revelou ser eficaz em melhorar a reparação do DNA e restaurar a imunidade da pele.

"Esta é a primeira evidência clara de que podemos reduzir o câncer de pele usando uma simples vitamina, ao lado de proteção do sol sensata", afirmou Diona Damian, professora de dermatologia na Universidade de Sydney.

Para chegar à conclusão, o estudo analisou 386 pacientes que foram diagnosticados com, pelo menos, dois cânceres de pele - tais como carcinoma de células basais e carcinoma de células escamosas - nos últimos cinco anos.

Dos participantes, metade receberam aleatoriamente 500 mg duas vezes por dia de nicotinamida, enquanto a outra metade tomou um placebo.

Os responsáveis ressaltaram que o estudo envolveu nicotinamida, e não do ácido nicotínico, uma outra forma comum de vitamina B3, que tem sido associada com alguns efeitos secundários, incluindo rubor e pressão arterial baixa.

O tratamento foi bem sucedido em pacientes cujas idades variaram entre 30 e 91 anos, considerados de alto risco devido ao histórico de câncer de pele.

Assim que os pacientes deixaram de tomar os suplementos, o risco de contrair câncer de pele subiu novamente cerca de seis meses mais tarde, indicando que o benefício só pode ser adquirida se os suplementos são tomadas de forma consistente.

"Isso está pronto para ir direto para os consultórios", garantiu Damian.

No entanto, ela alertou que o tratamento não foi testado como um remédio ou estratégia de prevenção para o público em geral, e que o filtro solar ainda é necessário para proteger contra o câncer de pele.

 

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