Como ser uma igreja saudável?

Como ser uma igreja saudável?

Fonte: Atualizado: sábado, 29 de março de 2014 03:32

"Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que sejais concordes no falar, e que não haja dissensões entre vós; antes sejais unidos no mesmo pensamento e no mesmo parecer" - 1Co 1.10.

Todos nós queremos ser uma igreja saudável. Uma igreja que cresce, que manifesta o amor cristão. Uma igreja onde se canta, cultua e ora com gosto. Uma igreja que dá prazer em estar nela (não me refiro ao prédio). Mas esta igreja existe? Como ela é?

Há alguns requisitos básicos: amor, perdão, fé e unidade. Hoje, falaremos da Unidade, pois ela é a maior ferramenta que uma sociedade tem para se conseguir o que quiser, dentro de uma perspectiva humana.

O próprio Deus, em Gn 11.6, testemunha que, por causa da unidade, "não haverá restrição para tudo o que intentarem fazer".

1Co 1.10, exorta que "faleis o mesmo". A maior prova de falta de unidade é quando alguém fala uma coisa e o outro fala outra coisa diferente. Por isso, se queremos ser parte integrante de uma igreja saudável, devemos falar o mesmo, no sentido de temos o mesmo objetivo, não necessariamente usar o mesmo vocabulário.

Jovens e idosos podem ser parte de uma mesma igreja. Eles nunca usarão o mesmo vocabulário, mas podem, e devem, ter o mesmo objetivo: a glória de Deus!

A unidade é indispensável para o sucesso da igreja. A unidade não é automática. Precisa ser buscada, cultivada com esforço, inteligência, planejamento, amor, perdão. A unidade é o maior sinal de uma igreja saudável.

Paulo roga em nome de Jesus. Nisto está implícito que, naturalmente, não temos a disposição de sermos concordantes quando vivemos em comunidade. Está implícito que, então, deveremos nos esforçar. Certamente você terá que abrir mão de algumas preferências para manter a unidade, mas a recompensa é que, na unidade, você alcançará seus objetivos, enquanto igreja.

  Vinícius Ferreira Santos é pastor, escritor e missionário. Trabalhou na fundação de Igreja na Bahia e é co-fundador de um centro de recuperação de drogados. Além de autor do livro "Matar ou deixar viver?". Atualmente dirige uma Igreja em Boissucanga, litoral norte de São Paulo.

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