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Al-Qaeda pede aos muçulmanos que se unam para fechar embaixadas dos EUA

Al-Qaeda pede aos muçulmanos que se unam para fechar embaixadas dos EUA

Fonte: Atualizado: sábado, 31 de maio de 2014 09:10

EFE

Para o grupo fechamento das embaixadas e consulados dos EUA será passo \"para a libertação dos países muçulmanos da hegemonia e da soberba americana\"

A Al-Qaeda na Península Arábica pediu aos muçulmanos que se unam para continuar os protestos e conseguir o fechamento das embaixadas dos Estados Unidos em seus países, segundo um comunicado divulgado neste sábado pelo grupo terrorista.

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Além disso, solicitou \"aos irmãos muçulmanos no Ocidente que realizem seus deveres para apoiar o profeta\" Maomé, porque considerou que são mais capazes de se aproximar do \"inimigo\".

"O que aconteceu é algo muito grande, por isso devemos unir os diferentes esforços com um só objetivo que é a expulsão das embaixadas americanas dos países muçulmanos e que continuem as manifestações e protestos\", diz a nota, cuja autenticidade não pôde ser verificada.

Dentro desses esforços, a Al-Qaeda apontou \"como o melhor exemplo o que fizeram os netos de Omar Mukhtar (herói da independência líbia), que assassinaram o embaixador dos EUA\".

A organização terrorista se referia à morte do embaixador americano na Líbia, Christopher Stevens, que faleceu na terça-feira passada junto com outros três funcionários de sua legação em um ataque armado contra o consulado em Benghazi, no leste do país, durante os protestos pelo vídeo do profeta Maomé.

Para a Al-Qaeda na Península Arábica, que tem sua base no Iêmen, o fechamento das embaixadas e consulados norte-americanos será o passo \"para a libertação dos países muçulmanos da hegemonia e da soberba americana\".

Em relação ao vídeo do profeta, considerado blasfemo pelos muçulmanos e que desencadeou ataques e protestos contra sedes diplomáticas dos EUA em vários países, o grupo terrorista assinalou que \"se dá no marco de uma cadeia seguida de guerras cruzadas contra o Islã\", \"Em resposta a estas contínuas agressões, os povos muçulmanos se sublevaram em seu apoio e zelo pela dignidade e honra de nosso profeta\", acrescenta a nota, que ressalta que \"esta ofensa transformou a malícia do inimigo em vergonha e infortúnio como castigo\". 


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