
As reclamações da CBF junto a Conmebol por conta da discriminação sofrida pelo atacante Diego Maurício em Moquegua parecem que surtiram efeito. Na última quinta-feira, durante a rodada final do Grupo A do Sul-Americano sub-20, a entidade máxima do continente espalhou faixas contra o racismo pelo Estádio Universidad Nacional San Agustin, em Arequipa, local que receberá o hexagonal decisivo do torneio, que dá duas vagas para as Olimpíadas de 2012, em Londres, e quatro para o Mundial, em julho, na Colômbia.
Faixa contra o racismo é exibida no estádio em Arequipa, no Peru (Foto: Márcio Iannacca / Globoesporte.com)Mas não foram apenas as faixas que chamaram a atenção. Durante os intervalos dos confrontos entre Chile e Venezuela e Peru e Uruguai, o locutor do estádio pregava contra o racismo e pedia igualdade entre os povos. O público não se manifestou diante dos argumentos da organização da competição sul-americana, que se encerra no dia 13 de fevereiro.
No último dia 23, em Moquegua, Diego Maurício, do Flamengo, foi atacando com atitudes racistas dos torcedores no Estádio 15 de Noviembre. Alguns presentes no local imitavam sons de macaco e faziam gestos para atrapalhar o desempenho do jogador em campo. Na ocasião, o GLOBOESPORTE.COM apurou com jornalistas e com a autoridade local que o ato era visto como uma brincadeira para atormentar as equipes visitantes.
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