Atlético-PR procurou cinco técnicos desde a saída de Adilson Batista

Atlético-PR procurou cinco técnicos desde a saída de Adilson Batista

Fonte: Atualizado: sábado, 31 de maio de 2014 09:35

O Atlético-PR demorou cinco dias para anunciar Renato Gaúcho, o substituto de Adilson Batista. Nesse período, pelo menos cinco treinadores receberam propostas ou foram consultados pelo Rubro-Negro. O primeiro da lista foi Dunga, que recusou porque "esperava o momento certo para voltar". O uruguaio Diego Aguirre, que comandou o Peñarol-URU na última Taça Libertadores, foi o que esteve mais próximo de um acerto, mas optou pelo Al-Nasr, da Arábia Saudita. A diretoria ainda conversou com Celso Roth e Cuca, que negaram. Por fim, Vagner Mancini, hoje no Ceará, também foi procurado. A diretoria rubro-negra não confirma, mas Paulo César Carpegiani, técnico do São Paulo, e Antônio Lopes, sem clube, também eram opções - o primeiro, se fosse demitido; o segundo, se Renato Gaúcho não aceitasse.

O novo comandante foi confirmado na tarde de segunda-feira. Ele será apresentado à diretoria na quinta-feira e fará a estreia no sábado, quando o Rubro-Negro recebe o Avaí, na Arena da Baixada. Antes, sob o comando do interino Leandro Niehues, a equipe visita o Internacional, quarta-feira, às 19h30m (de Brasília), no Beira-Rio.

Cuca, Dunga, Roth, Mancini e Aguirre foram procurados (Foto: Editoria de Arte / GLOBOESPORTE.COM)

  Confira um resumo sobre cada técnico especulado

  Dunga: técnico da Seleção Brasileira na última Copa do Mundo, ele era o primeiro da lista. Porém, afirmou que "esperava o momento certo para voltar" a trabalhar como treinador. A conversa do Atlético-PR com ele não evoluiu.

Diego Aguirre: o uruguaio, que levou o Peñarol ao vice-campeonato da Taça Libertadores de 2011, esteve próximo de um acerto. O diretor de futebol, Alfredo Ibiapina, esperava anunciá-lo após o jogo contra o Fluminense. O treinador, porém, optou pelo Al-Nasr, da Arábia Saudita, que teria oferecido U$ 3 milhões (cerca de R$ 4,77 milhões) por ele.

Celso Roth: sem clube, ele foi procurado, mas teria pedido um valor muito alto e a negociação não evoluiu.

Cuca: o ex-cruzeirense recusou a proposta do Atlético-PR por não querer trabalhar em Curitiba, onde sua família mora, e porque pretendia trabalhar com a própria comissão técnica. O Furacão não aceitou por já ter uma comissão permanente.

Vagner Mancini: segundo dirigentes do Ceará, um diretor do Atlético-PR teria conversado diretamente com o técnico. O Alvinegre considerou a atitude uma "deselegância" e garantiu que não liberaria Mancini para o Furacão.

Paulo César Carpegiani: o técnico do São Paulo não recebeu uma proposta, mas interessava à diretoria. Como não foi demitido após a derrota para o Botafogo, na última quarta-feira, no Morumbi, porém, o Furacão desistiu de esperá-lo.

Antônio Lopes: atualmente sem clube, o Delegado não foi procurado, mas esteve no mesmo hotel que a delegação, semana passada, no Rio de Janeiro. Segundo o técnico, ele foi "apenas visitar o amigo (e diretor, Luiz Fernando) Cordeiro" e não existia a possibilidade de voltar ao Furacão. Caso Renato Gaúcho recusasse a proposta rubro-negra, Lopes se tornaria o favorito ao cargo.            

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