Jornal argentino diz que Aécio Neves é o melhor nome para governar o Brasil

Fonte: Veja Atualizado: sexta-feira, 24 de outubro de 2014 18:08
O candidato à Presidência da República pelo PSBD, Aécio Neves, durante encontro com trabalhadores da construção civil em São Paulo, ao lado do governador reeleito Geraldo Alckmin do senador eleito José Serra
O candidato à Presidência da República pelo PSBD, Aécio Neves, durante encontro com trabalhadores da construção civil em São Paulo, ao lado do governador reeleito Geraldo Alckmin do senador eleito José Serra

O centenário jornal argentino La Nación defendeu na edição de quinta-feira, em editorial, Aécio Neves (PSDB) como o melhor nome para ocupar a Presidência do Brasil. A vitória do tucano nesta eleição representaria uma "alternativa" contra "as tendências populistas na América Latina", bem como o estabelecimento de bases para um "modelo sustentado na iniciativa privada" a ser seguido na região, segundo a publicação. Na visão do jornal, Aécio se propõe a libertar a economia nacional do "peso do setor público", que, cada vez mais, interfere no mercado por meio de subsídios e das empresas estatais.

Contra o "sofrimento" impingido à população brasileira pelo atual governo, como consequência de uma "má práxis populista", o La Nación defende as propostas do candidato tucano como as mais "saudáveis" para o Brasil e região pelas bandeiras que levanta, sobretudo as da "liberdade de expressão e limitação republicana do poder público".

É preciso, segundo consta, abandonar a agenda ideológica do PT por uma diplomacia mais pragmática, que "multiplique os acordos comerciais". O jornal destaca que Aécio propõe a recomposição de vínculo com os Estados Unidos avançando comercialmente em direção à União Europeia, com ideia ainda de modificar cláusula do Tratado de Assunção para liberar o comércio bilateral e não via bloco, como o Mercosul. Contra Dilma Rousseff, o La Nación lembra a "mancha" causada na biografia da candidata à reeleição com os escândalos da Petrobrás. A favor de Aécio, a "lição" a ser adquirida com a alternância de poder.

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