Militante do Estado Islâmico executa a própria mãe em público, após ela pedir que ele deixasse o grupo

A mulher de 40 anos tinha avisado ao seu filho que uma aliança apoiada pelos Estados Unidos poderia acabar com Estado Islâmico e tinha pedido que ele deixasse a cidade com ela e, consequentemente, também abandonasse o grupo terrorista.

Fonte: Guiame, com informações do Christian TodayAtualizado: sexta-feira, 8 de janeiro de 2016 18:04

Um militante Estado Islâmico executou sua própria mãe em público na cidade síria de Raqqa, porque ela o havia pedido que deixasse o grupo. As informações foram confirmadas pelo Observatório Sírio de Direitos Humanos nesta sexta-feira (8).

A mulher de 40 anos tinha avisado ao seu filho que uma aliança apoiada pelos Estados Unidos poderia acabar com Estado Islâmico e tinha pedido que ele deixasse a cidade com ela e, consequentemente, também abandonasse o grupo terrorista.

Ela foi detida depois que ele informou ao grupo sobre seus comentários, de acordo com o Observatório Britânico, que monitora a guerra através de uma rede de fontes no terreno.

Citando fontes locais, o Observatório disse que o homem de 20 anos de idade executou sua mãe na quarta-feira, perto do edifício da estação de correios onde trabalhava, em frente de centenas de pessoas na cidade de Raqqa, a principal base de operações do grupo na Síria.

O Estado Islâmico controla vastas áreas da Síria e do Iraque e já executado centenas sob a acusação destas terem trabalhado para os seus inimigos ou pelo 'desrespeito à sua interpretação ultra-conservadora do islamismo'.

O Observatório informou no dia 29 de dezembro que Estado islâmico tinha executado mais de 2.000 civis sírios nos 18 meses, desde que declarou o seu "califado" sobre o território que ele controla na Síria e no Iraque. Eles incluíram entre os motivos que os teriam levado a executar tantas pessoas a homossexualidade, pratica de magia e apostasia.

Não foi possível verificar de forma independente o mais recente relatório.

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