“Deus se fará mais presente naquela instituição”, diz Bolsonaro sobre Mendonça no STF

No centenário das Assembleias de Deus no Pará, Bolsonaro disse que pediu a André Mendonça para iniciar as sessões do STF com orações.

Fonte: Guiame, com informações do Correio BrazilienseAtualizado: quinta-feira, 19 de agosto de 2021 12:55
Jair Bolsonaro na cerimônia alusiva ao Centenário da Convenção de Ministros e Igrejas Assembléia de Deus no Pará. (Foto: Isac Nóbrega/PR)
Jair Bolsonaro na cerimônia alusiva ao Centenário da Convenção de Ministros e Igrejas Assembléia de Deus no Pará. (Foto: Isac Nóbrega/PR)

O presidente Jair Bolsonaro participou na tarde de quarta-feira (18) de uma cerimônia alusiva ao centenário da Convenção Interestadual de Ministros e Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Estado do Pará (Comieadepa) em Ananindeua, na região metropolitana de Belém.

Na ocasião, Bolsonaro voltou a afirmar que, caso a indicação de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF) seja aprovada pelo Senado, as sessões serão iniciadas com momentos de oração.

“Tenho conversado muito com o pastor André Mendonça, porque a vida dele também vai mudar, as suas responsabilidades serão majoradas. Decisões difíceis ele tomará também. Mas fiz um pedido pra ele. Ou melhor, uma missão eu dei pra ele, e ele se comprometeu que irá cumprir. Toda primeira sessão da semana, no STF, ele pedirá a palavra e iniciarão os trabalhos após uma oração”, disse o presidente.

“Podem ter certeza, Deus se fará mais presente naquela instituição, onde entra a palavra de Deus entra harmonia, entra a paz, entra a prosperidade. Em 2023, quem, porventura, for eleito presidente em 22, indicará no primeiro semestre mais dois integrantes para aquela Corte. Tenho certeza de que nós vamos mudando o Brasil”, acrescentou.


Jair Bolsonaro na cerimônia alusiva ao Centenário da Convenção de Ministros e Igrejas Assembléia de Deus no Pará. (Foto: Isac Nóbrega/PR)

A indicação de Mendonça, que é atualmente advogado-geral da União (AGU), foi formalizada no Diário Oficial da União em julho, cumprindo a promessa de Bolsonaro de colocar um jurista evangélico na mais alta Corte do país.

Mendonça, de 46 anos, é pastor presbiteriano e se destacou por sua atuação à frente da AGU e do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, pasta que comandou por quase um ano, após a saída de Sergio Moro.

Ele é formado pela Faculdade de Direito de Bauru (SP), doutor em estado de direito e governança global, mestre em estratégias anticorrupção e políticas de integridade pela Universidade de Salamanca, na Espanha e pós-graduado em direito público pela Universidade de Brasília (UnB).

Mendonça chegou a ser elogiado por ministros do STF quando foi nomeado ministro da Justiça e Segurança Pública. “O Dr. André Mendonça teve um desempenho admirável na Advocacia-Geral da União. Íntegro, elegante e preparado. Desejo a ele toda sorte na nova missão”, declarou o ministro Luís Roberto Barroso na época.

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