‘The Chosen’ termina segunda temporada com 200 milhões de visualizações

A maior série de TV produzida de forma independente já arrecadou cerca de 22 milhões de dólares e ainda pretende alcançar 1 bilhão de espectadores em sete temporadas.

Fonte: Guiame, com informações de The Washington TimesAtualizado: quinta-feira, 8 de julho de 2021 15:15
Jesus, interpretado pelo ator Jonathan Roumie, faz um sermão para milhares de seguidores no final da 2ª temporada de “The Chosen”. (Foto: Angel Studios).
Jesus, interpretado pelo ator Jonathan Roumie, faz um sermão para milhares de seguidores no final da 2ª temporada de “The Chosen”. (Foto: Angel Studios).

A série cristã “The Chosen” termina sua segunda temporada neste domingo (13), alcançando 200 milhões de pessoas e superando as expectativas dos criadores da produção que já é um fenômeno no mundo todo. 

O último episódio da 2ª temporada, com lançamento ao vivo no canal da série no YouTube, vai apresentar o famoso sermão da montanha de Jesus. 

De acordo com os produtores da série, o objetivo é atingir 1 bilhão de espectadores em sete temporadas, produzidas durante cinco anos. O plano do diretor Dallas Jenkins é contar toda a história de Jesus Cristo até a sua ressurreição. 

O sucesso de “The Chosen” é graças à narrativa humanizada dos relatos bíblicos sobre a vida e o ministério de Jesus e de seus discípulos, diferente das produções rígidas que já foram feitas sobre o Evangelho.

O Cristo dos “escolhidos” ri, brinca com crianças, e dança em uma festa de casamento. Este Jesus tem senso de humor, é uma pessoa agradável que todos querem estar perto e fazer as refeições ao seu lado. 

O mesmo acontece com os discípulos, líderes religiosos da época e até os soldados romanos. Todos são humanizados, apresentados com suas imperfeições e histórias de vida cativantes, gerando identificação com o público.

A obra cinematográfica cristã já é a maior série de TV produzida de forma independente com financiamento coletivo, arrecadando cerca de 22 milhões de dólares.

Dallas Jenkins afirmou que “The Chosen” continuará disponível gratuitamente, porque acredita que compartilhar o evangelho de Cristo é urgente em tempos de pandemia, distúrbios raciais e outras divisões políticas.

 

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