Bolsonaro se reunirá com Trump em março, diz chanceler brasileiro

O chanceler Ernesto Araújo esteve reunido com o secretário de Estado, Mike Pompeo para tratar de assuntos, como a visita de Bolsonaro aos EUA.

Fonte: Guiame, com informações da agência EFEAtualizado: quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019 14:09
Jair Bolsonaro (à esquerda), chanceler Ernesto Araújo (ao centro) e Donal Trump (à direita). (Imagem: Blog do Esmael)
Jair Bolsonaro (à esquerda), chanceler Ernesto Araújo (ao centro) e Donal Trump (à direita). (Imagem: Blog do Esmael)

Na última terça-feira, o chanceler Ernesto Araújo confirmou que o presidente Jair Bolsonaro se reunirá com Donald Trump em meados de março, na Casa Branca. A confirmação veio após Araújo ter se reunido pessoalmente com o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo.

O chanceler disse à imprensa que a visita de Bolsonaro aos EUA foi um dos principais temas abordados durante sua reunião com Pompeo em Washington. Apesar do mês já estar definido, o dia ainda está sendo decidido.

"Em meados de março, ainda estamos determinando a data", afirmou Araújo.

Ele adiantou que a reunião de Bolsonaro com Trump tratará de temas econômicos, como os relacionados com a segurança e a diplomacia na América Latina.

Venezuela

A crise na Venezuela e o encontro que o chanceler brasileiro teve com o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, também foram questões relevantes abordadas por Araújo e Pompeo durante a reunião da última terça.

Bolton afirmou com uma mensagem no Twitter, que ambos falaram sobre a "logística" necessária para oferecer ajuda humanitária à população venezuelana, bem como sobre seu "apoio mútuo" ao líder do parlamento, Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino da Venezuela e foi reconhecido como tal por outros países, entre eles, Estados Unidos e Brasil.

Pacotes de ajuda humanitária já começaram a ser enviados pelos EUA ao povo venezuelano. Segundo um porta-voz da Casa Branca informou à agência EFE, alimentos e remédios estão entre os artigos enviados.

A entrada dos pacotes de ajuda humanitária através de um corredor humanitário poderia fazer necessário a presença de tropas — sejam americanas ou de algum outro país latino-americano.

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