Em coletiva, Davi Sacer conta trajetória ministerial

Em coletiva, Davi Sacer conta trajetória ministerial

Atualizado: Quinta-feira, 25 Setembro de 2008 as 12

Da Redação

O cantor Davi Sacer lançou na noite do dia 22 de setembro, o CD solo intitulado "Deus não Falhará". O local escolhido para o evento foi a Assembléia de Deus do Brás, em São Paulo. Na manhã posterior ao acontecimento, dia 23, ocorreu a coletiva de imprensa do cantor, que recebeu os jornalistas e as lideranças de igrejas. Dentre os presentes estavam os cantores Tom Carfi, Will do FLG, Mary Hellen, e Junior, vocalista da banda de rock Perpétua Aliança.

"A música dele que eu mais amo é a 'Deus de Promessas', toda vez que ouço fala muito ao meu coração. É por isso que tomo posse desse louvor", afirmou Mary Hellen.

"Para mim, o Davi Sacer é um ícone da Adoração, mesmo eu sendo de uma banda de rock. Uma música especial que tocou muito a minha vida foi a 'Toque no Altar'", disse Junior.

"É uma honra estar aqui, sou um grande admirador de seu ministério. A minha  história mudou no dia em que vocês gravaram o DVD no Olímpia, no dia em que cantamos juntos", declarou o cantor Tom Carfi a Davi Sacer, durante a coletiva.

Sacer falou sobre o novo trabalho e contou um pouco de sua trajetória e influências musicais.

O chamado

"Eu cresci vendo os meus pais e irmãos cantando e tocando violão, achava muito bonito. Comecei a cantar dentro de casa nos cultos domésticos que minha mãe fazia todos dos dias. Quando tinha  oito anos, meu irmão Moisés, que compunha e tinha um conjunto na igreja, pediu para eu cantar uma música que ele estava fazendo, daí ele percebeu que eu era afinado e tinha uma boa voz. Ele me chamou pra fazer parte do grupo dele, que só tinha adultos. Daí em diante não parei mais."

O CD solo

"O meio em que eu vivi me ajudou a entrar nesse ministério, mas desde pequeno, quando fui apresentado na igreja, o pastor me consagrou e disse que eu seria um levita na casa de Deus. Eu creio nessa profecia que foi liberada sobre a minha vida. Fui crescendo e ouvindo músicas evangélicas, conhecendo pessoas que comecei a me espelhar, talvez os que começaram o movimento de louvor e adoração, como os pastores Adhemar de Campos e Asaph Borba,  me identifiquei com eles. Desde pequeno, eu tinha esse desejo de gravar um CD. Para que isso acontecesse, tinha uma trajetória para que Deus pudesse me entregar algo, e que eu não viesse me perder com aquilo. Cheguei  a gravar um CD por três vezes, mas ele não foi para a fábrica. Porque não era o tempo de Deus. Quando eu desisti, foi quando Deus começou a trabalhar na minha vida, quando eu percebi eu já estava envolvido com música."

O propósito do título

"Há dois anos, estávamos como Moisés diante do Mar Vermelho, e Deus me deu uma palavra, que compartilhei com o ministério Toque no Altar, que está em Lamentações e diz 'Bom é aguardar a salvação no Senhor e isso em silêncio', entendemos e aguardamos. Dois anos depois, pude perceber que Deus não falha em sua promessas, na direção que dá."

Conciliando as agendas

"O Ministério Trazendo a Arca continua sendo o principal, já tem uma agenda fechada para o ano todo. Só ministramos nos finais de semana. Vou tentar cumprir a minha agenda pessoal durante a semana e em alguns fins de semana, quando não houver evento com o Ministério."

Suas influências musicais

"Hoje ouço muitas pessoas que tem algo de Deus para me passar, continuo ouvindo Asaph, Adhemar, algumas músicas do Cirilo, do Diante do Trono. Vejo a vida da pessoa, o quanto ela é de Deus, se a vida dela ministra algo, então, vou ouvir a música que sai do coração dela, ainda que não seja a mais apreciada por todos. Mas eu prefiro me influenciar pelo que a pessoa é. Tudo o que você ouve, ministra de alguma forma, seja ou música evangélica ou secular. Eu prefiro coisas que vão me ajudar a ser mais crente, santo, servo e submisso.

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