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Israel

Hamas ameaça 'derrubar bandeiras israelenses com mísseis' no Dia de Jerusalém

O primeiro-ministro israelense Naftali Bennett afirmou que não mudará a rota da marcha da celebração, que passa pelo Portão de Damasco.

Fonte: Guiame, com informações de Jewish News SyndicateAtualizado: segunda-feira, 23 de maio de 2022 15:06
A marcha do Dia de Jerusalém de Israel está planejada para acontecer no dia 29. (Foto: Wikimedia Communs/Nettadi).
A marcha do Dia de Jerusalém de Israel está planejada para acontecer no dia 29. (Foto: Wikimedia Communs/Nettadi).

No domingo (22), o grupo terrorista Hamas ameaçou lançar mísseis contra Israel durante a marcha do Dia de Jerusalém, planejada para acontecer no dia 29. 

De acordo com o jornal Kan, Mushir al-Masri, membro do parlamento do Hamas em Gaza, afirmou que “nossos mísseis vão derrubar as bandeiras [israelenses]”. Na data comemorativa é tradição hastear bandeiras de Israel.

A declaração de Mushir é a segunda ameaça do Hamas ao estado israelense apenas neste final de semana. 

Também no domingo (22), o chefe do Bureau Político do Hamas, Ismail Haniyeh, sediado no Catar, ameaçou:

“Advirto o inimigo a não cometer esses crimes e marchas. O povo palestino não [permitirá] a passagem desses tolos judeus talmúdicos”.

O ministro da Segurança Pública de Israel, Omer Bar Lev, já aprovou a rota da marcha do Dia de Jerusalém, na semana passada. O percurso passará pelo Portão de Damasco e pelo Bairro Muçulmano da Cidade Velha de Jerusalém.

O ministro da Cooperação Regional Issawi Frej (Meretz) criticou a decisão de autorizar que a marcha passe pelo Portão de Damasco, chamando de “estupidez”.

O primeiro-ministro israelense Naftali Bennett respondeu a crítica, declarando: “o último primeiro-ministro [Benjamin Netanyahu] desistiu por causa do Hamas. Esta é a rota definida da marcha”.

Em maio de 2021, o governo israelense alterou a rota da marcha do Dia de Jerusalém para evitar o Portão de Damasco, devido ao aumento das tensões com o Hamas e a Jihad Islâmica Palestina.

Entretanto, a decisão não impediu que o Hamas lançasse foguetes contra Jerusalém durante a celebração, provocando um conflito de 12 dias entre o Hamas e Israel.




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