Uniões poliafetivas: Orgia legalizada ou apenas multiplicidade de gênero? - Parte 2

A quem interessa esse assunto? A quem interessa essa sodomização? Está muito claro que o objetivo principal é chegar a desmoralizar e banalizar as relações heterossexuais, o amor entre um homem e uma mulher. A guerra é moral.

Fonte: Guiame, Marisa LoboAtualizado: terça-feira, 3 de novembro de 2015 18:27

Notem a sugestão descarada da promoção das uniões “polis” e a tentativa de “juristas” em institucionalizar as “orgias múltiplas”. O discurso é orquestrado, exclusivamente para vender preconceito contra a igreja Cristã e toda forma intolerância ao conservadorismo, que também faz parte da sociedade e não são adeptos da institucionalização de orgias.
Devemos repudiar, pois uma sociedade, que é em sua maioria cristã, neste caso conservadora, não pode admitir que se tornem leis, tais hipóteses, ou compactue como esses comportamentos que são nocivos a sociedade. Se três já eram demais, imaginem quantas pessoas podem se casar nesta união poli. Se não podemos nos manifestar por medo de nos tornarmos intolerantes, em que tipo de sociedade vivemos? Que tipo de democracia é esta onde manter seus princípios é motivo para ser destratado e desrespeitado como cidadão. Essa inversão de valores é, na verdade, uma doença esquizoide.

As alegações para a promoção desta da família “poliafetiva” e da desconstrução da família tradicional são que há muitos modelos de relações afetivas, segundo as peculiaridades da pessoa humana, e hoje, estas relações se apresentam libertas das "amarras da exclusividade conjugal há séculos impostas pela Igreja".

Alegam os juristas defensores, desses tipos de “uniões”, que no universo das composições de famílias, conceitos juridicamente sedimentados e a opção pela monogamia exercem peso considerável na idealização e na formação dos vínculos, e como "dogma religioso" e a monogamia não é princípio jurídico aplicável, a exemplo do companheirismo, da simultaneidade conjugal e da união “poliafetiva” ou estável concomitante.

À família contemporânea tem sido conferido o status de formadora de personalidade dos seus membros, função indissociável do fundamento jurídico da dignidade da pessoa humana, e do respeito e proteção à liberdade de escolha dos cidadãos, princípios caros ao Estado democrático de direito. Portanto, a deferência ao pluralismo, uma das marcas das constituições republicanas, não permite ao Estado laico interferir na vontade de membros de entidades ou arranjos familiares que auxiliam a concretizar a norma de proteção à pessoa. http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2012/09/01/uniao-poliafetiva/

Usam o livre-arbítrio o desejo do ser humano, tirando dele, todas as convenções sociais, pois segundos esse movimento “desconstrucionista” o ser humano não pode ter regras, limites, senso crítico ou noção de julgamento. Aliás, o julgamento é que está sendo retirado do senso critico. A liberação de todas as formas de se praticar o ato sexual são expostas em seus textos como "afetividades inocentes", trazem junto na subjetividade doentia de seus discursos, perversidades sexuais, que por conta desse movimento liberal, desse movimento de gêneros múltiplos ou pluralidade sexual se tornaram apenas expressão afetivas.


Não pode haver proibição ou sanção em expresso
Estão pleiteando legalmente a proteção de família, mas por hora até este ano de 2015 o "poliafeto" não tem Direito de Família – pois esta ainda é formada por entidade de duas pessoas. Os adeptos dessa “orgia” poderão pleitear, na esfera cível, a indenização por serviços prestados ao longo do tempo de convivência, divisão de bens em caso de separação e morte, entre outros direitos, pois pode ser registrado em escritura pública de união “poliafetiva” o que para esta escritora é uma aberração jurídica.

Cada um faça o que quiser de sua vida. O que não pode acontecer é transformar orgias em uniões legalizadas, pois isto afeta diretamente a sociedade de forma negativa, o Estado, a Educação e principalmente nossas crianças e adolescentes, pois a intenção é sempre expor essas uniões como redentoras dos problemas psíquicos da humanidade. A sociedade, aos poucos está sendo "reorientada" a aceitar de forma truculenta essa forma de promover a indignidade humana.

Essas “uniões” - às quais me recuso a chamar de casamento - acontecem porque não há leis que as impeçam. Estamos chegando ao ponto de ver nosso país a aceitando todos os tipos de aberrações, não se dando conta que junto com as uniões “poliafetivas”, algumas aberrações (parafilias) podem encontrar visibilidade, como - a aceitação da pedofilia e o sexo com animais (zoofilia).

Os ativistas da liberdade sexual, da “ideologia de gênero”, os “pseudo-intelectuais” que estão em todos os segmentos da educação, saúde e cultura, antropologia, psicologia, sociologia, etc... têm manipulado professores e até mesmo parlamentares para aceitarem pesquisas parciais, subjetivas, feitas por movimentos que visam essa reorientação sexual do “tudo posso”. O que me espanta, é que tanta gente que se diz inteligente não percebe essa armação intelectual, essa manipulação, alienação, sugestão psicológica, para incluir seus mais sórdidos desejos travestidos como direitos.

A que ponto chegamos? Fim da civilização? Estamos voltando à barbárie? O que está acontecendo com a humanidade? Por que jornais de renome fazem tanta questão de ovacionar este tipo de “relação”? Tudo isso é para garantir a "liberdade sexual", Legalizando todo tipo de relações sexuais, ainda que possam ser doentias, alienando a sociedade? A quem interessa esse assunto? A quem interessa essa sodomização? Está muito claro que o objetivo principal é chegar a desmoralizar e banalizar as relações heterossexuais, o amor entre um homem e uma mulher. A guerra é moral.

Quem conhece um pouco da história das civilizações antigas sabe como todas as civilizações que eram adeptas de orgias, pactos sexuais e que viviam sem regras, moral ou princípios, sempre foram reconhecidas como aberrações, capazes de cometer os piores crimes contra a humanidade.

Essa é a prova incontestável que uma sociedade que vive sem Deus, age de forma truculenta e sem moral, sem amor, impondo a toda uma nação seu modo obscurantista de vida.

A sociedade precisa estar alerta. Tudo isso faz parte da Nova Ordem Mundial que querem implantar no mundo. Está acontecendo. O governo do anticristo está sendo implantado e a banalização do amor verdadeiro e do sexo é uma das estratégias para desconstruir e alienar a humanidade. Tudo isso em nada tem a ver com direitos humanos e progresso, e sim com um grave equívoco, um retrocesso e com um grande golpe espiritual.

Sabemos o quanto essas culturas trouxeram prejuízo e vergonha para a humanidade. Condenam o seu povo à morte moral e espiritual com esse tipo de conduta que deve ser condenada sim, por toda sociedade.

Reorientar sexualmente e moralmente a sociedade mundial não pode ser considerado como Evolução social, cultural e sim obscurantismo, retrocesso, Um retorno a um mundo remoto, no começo da civilização, onde não existiam regras, leis, moral e ética, onde quem mandava era quem tinha mais poder. Pois no começo da civilização a maioria nada decidia: apenas servia a quem tivesse dinheiro, poder de influência, status ou mesmo força.

Na época Greco-romana, por exemplo, as mulheres só serviam para parir ou para prostituição. Não tinham escolha, os homens transavam com prostitutas em orgias, ter relações sexuais com homens era corriqueiro e a mulher era obrigada a aceitar sem questionar. Isso é liberdade? Para quem?


Civilização Antiga

No mundo civilizado, as coisas não podem ser dessa maneira. O mundo, através da evolução social do conhecimento, foi se indignando e evoluindo, colocando regras que hoje não são aceitas por muitos ativistas que são adeptos dessa época porque são pervertidos sexualmente e querem que todos se rendam e retornem a obscura história iluminada pelo amor de Cristo.

Lutamos ao longo da história para transformar as sociedade, entre erros e acertos, bondade e maldades, lutas por direitos, é obrigatório prevalecer a ética, o bom senso, até para garantir direitos humanos. Temos que ter em mente, que nem todos os humanos são merecedores dos mesmos direitos, como abusadores de crianças, assassinos cruéis, e o que faz a sociedade chegar a esse ponto de crueldade são as concessões, o egoísmo a falta de um poder superior que traga a razão e devolva as pessoas a sanidade. Temos que buscar um equilíbrio


O mundo está “involuindo”, estamos nos tornando animais irracionais 
Baseado na afirmação dessas “entidades”, se há o reconhecimento de que direitos são para todos, cadê os meus? os nossos? De uma sociedade que é religiosa, conservadora sim, pois conservam princípios, morais e éticos, e que não aceita esse tipo de relacionamento pois consideramos um retrocesso, uma “involução” da humanidade, um retorno ao obscurantismo.

Nossa obrigação é alertar a sociedade que essa reorientação cultural e social é terrível para a humanidade. Ontem se falavam de aceitação de casal do mesmo sexo. Aceitamos, Hoje querem legalizar orgias. Amanhã são as crianças as próximas vítimas.

Nosso Estado está refém de discursos midiáticos, sociais e de políticas que visam apenas desconstruir o casamento e a sexualidade como um todo. É nosso dever, como cristãos, promover a tolerância, mas também é nosso direito não sermos discriminados por nossa fé e por nossa maneira de viver, pois é nossa escolha e nosso princípio.

Não podemos ser pautados por comportamentos que uma minoria defende, uma minoria que não se importa com nada além de seus órgãos sexuais. Isso não é sexualidade, tem tons de Parafilias (doença) que vamos aceitando até a ponto de inverter totalmente os papéis, e virarmos reféns, O que é normal, se torna anormal por força de grupos minoritários, grupos esses que se tornam maioria pois são detentores do “4º poder” que é a mídia, que tem o poder de alienação em massa.

Sou fundamentada em princípios e tenho conceitos humanos sobre o amor e a sexualidade. E considero esse tipo de "relacionamento" uma afronta à humanidade. Essas “uniões” são uma aberração jurídica, um mal à humanidade.

“As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade” (Lamentações 3: 22 e 23).

Siga-nos

Mais do Guiame