Psicóloga cristã afirma que maconha não é uma droga inocente

Psicóloga cristã afirma que maconha não é uma droga inocente

Fonte: Atualizado: sábado, 31 de maio de 2014 09:29

Além de escritora e organizadora da EXPOCRISTO – evento evangélico anual que acontece em Curitiba – Marisa lobo é psicóloga e pós graduada em saúde mental, com especialidade em dependência química e transtornos psicológicos e com estudos e artigos e matérias publicadas em sites, jornais e revistas.

Com uma experiência prática de 14 anos na área de prevenção, enfrentamento, reinserção social e tratamento de dependentes químicos, a psicóloga é também idealizadora e coordenadora Geral da campanha "Maconha Não", que tem como objetivo lutar contra a legalização e/ou outra forma de liberação da maconha para uso recreativo, e qualquer forma de liberação disfarçada que facilite o acesso de crianças e adolescentes a essa e outras drogas.

Em um dos seus artigos, Marisa, esclarece que ao contrário do que costumam dizer a maconha pode sim causar dependência e é porta de entrada para outras drogas ilícitas. “O que vemos hoje, não é uma preocupação honesta com a população que usa drogas ou com a violência gerada por ela, e sim uma preocupação egoísta com o vício pessoal de muitos e o interesse político por traz dessa disfarçada descriminalização” afirma.

Segundo ela dizer que a droga não faz mal a saúde ou minimizar esse poder destrutivo comparando-as com outras drogas é um delírio, pois cada droga tem sua significância e suas substâncias, que fazem mal de forma devastadora a saúde física e mental, aliado ao fato da maconha ter uma ligação direta com aspectos que vão além de prejuízos físicos ligados a zona de prazer emocional do cérebro onde toda a motivação humana para o bem se concentra. “MACONHA faz mal sim, a saúde FISICA e MENTAL e afeta o SOCIAL, principalmente a FAMÍLIA , pois quebra vínculos afetivos , destrói relacionamentos , desmotiva as uniões, e serve de modelo negativo para os filhos, que podem usar drogas em decorrência dessa influência” alerta a doutora.    

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