Como podem não acreditar?

Como podem não acreditar?

Fonte: Atualizado: sábado, 31 de maio de 2014 10:02

Outro dia vi um livro que tem por título: Eu não tenho fé o bastante para ser ateu. Com toda sinceridade, nunca li nada deste livro, só mesmo o título. Mas de qualquer forma me chamou muito a atenção. Afinal sempre penso: se existem tanta complexidade e perfeição, de certo modo, como acreditam que isso veio do simples acaso?

Existem apenas sete notas musicais com suas cinco variações (sustenidos ou bemóis) que formam uma infinidade de harmonia, uma das coisas que mais pode encantar e mexer com uma pessoa: a música. Temos também a fotossíntese, que é um processo no qual as plantas pegam o gás carbônico e soltam alguns gases que não lhe são úteis, como o oxigênio, que é imprescindível para nossa respiração. Ainda tem os vários sistemas do corpo humano. O respiratório, que pega o oxigênio e libera o gás carbônico, fazendo assim uma troca de favores com as plantas que fornecem o oxigênio. O sistema circulatório que distribui sangue para todo corpo. O digestivo, que separa as coisas boas das ruins; incrivelmente esses sistemas todos, e mais outros, são involuntários, eles acontecem todo momento, e nem damos conta. Para acabar os exemplos no corpo humano, gostaria de citar o que mais me impressiona, a união dos gametas feminino e masculino, que nove meses depois presenteia o mundo com uma nova vida. Que tal então a teia de uma aranha? A estrutura das asas de um pássaro? A gravidade? A rotação da Terra? Sua translação? O sistema solar? O universo inteirinho?

Como alguém pode olhar todas essas coisas e dizer que vieram do “buuuuum”? Alguém planejou isso, alguém criou, alguém pensou em cada detalhe, fazendo com que houvesse equilíbrio e fosse funcional. Não sei como não acreditar, sei simplesmente acreditar, afinal, eu realmente não tenho fé o bastante para ser ateia.

Mariana Longo Mendes   tem 17 anos, é estudante, trabalha com seus pais na área de Propaganda e Marketing e também escreve poesias.  

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