Colunistas

Você está em colunistas > ubirajara crespo

Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012 as 12:05

As Aventuras de Daniel e seus amigos na Babilônia

Fonte: Guiame

Daniel 3: O rei Nabucodonosor fez uma estátua de ouro, cuja altura era de sessenta côvados, e a sua largura de seis côvados; levantou-a no campo de Dura, na província de babilônia.

É provável que esta imagem se parecesse muito com Nabucodonosor, pois se tornou um símbolo religioso nacional.

Provavelmente a sua confecção visava criar, em todo o reino, uma unidade em torno da religiosidade que ela viesse a inspirar. A lista de participantes formada por sátrapas, prefeitos, governadores, juízes, tesoureiros, magistrados, conselheiros e oficiais das províncias mostrava a importância e a abrangência mundial daquele ato religioso. 

Os babilônios já estavam acostumados com as religiões impostas por decreto imperial. Daniel e seus amigos também estavam ali e eram vistos como forasteiros que ocupavam altos postos no governo. Alguns setores e aspirantes aos cargos políticos os viam como invasores alienígenas. A inveja corroia o coração dos nativos que julgavam ser as pessoas certas para aquelas posições, o que os tornava alvos de constantes conspirações.

Dn 3.8: Por isso, no mesmo instante chegaram perto alguns caldeus, e acusaram os judeus. 
Estes conspiradores sabiam que o quarteto não entraria naquele jogo político/religioso e lhe prepararam uma emboscada na qual certamente cairiam. Daniel foi poupado desta acusação (v.14), talvez porque entre os quatro era o preferido do Rei. Nabucodonosor, por sua vez, se tornara presa da sua soberba e do decreto que havia assinado.

O ambiente era propicio para o golpe, principalmente levando em conta que Palavra de Rei não volta atrás. Visto serem os favoritos da corte, o rei lhes deu uma segunda chance, da qual se aproveitaram, mas apenas para dar um belíssimo testemunho de sua fé em Deus (Vs.17,18).
Fé que foi honrada em meio a um grande desafio e o apreciando a distancia este seu comportamento percebemos o quão tímidos somos, quando se trata de enfrentar a pressão e a intimidação do inimigo. Quantas vezes você cedeu diante de temperaturas mais amenas? No caso deles o botão da que regulava a temperatura da fornalha girou varias vezes em torno do seu eixo.

O desfecho não poderia ser mais apoteótico: Nabucodonosor aplaudiu a desobediência ao seu próprio decreto ao invés de atiçar ainda mais o fogo, reconhecendo publicamente que o Deus dos Hebreus era o maior de todos os deuses (vs.28,29).
Foi ele quem compôs uma das mais lindas frases da historia: "Não ha outro Deus que possa livrar como este"!

Posso ouvir um ALELUIA?

Por Ubirajara Crespo


Compartilhe...

twitter
facebook
linkedin

Deixe seu comentário.


Obrigado pelo seu comentário.



Fale conosco


Sua mensagem foi enviada com sucesso.





M F



O inferno
RICARDO GONDIM

O inferno




Onde foi parar o meu pão?
EDMILSON MENDES

Onde foi parar o meu pão?


Viva a vida
CLEVERSON DO VALLE

Viva a vida




© Copyright 2012 | Portal Guia-me.
diHITT - Notícias