Marcus Gregório: A importância do compromisso e da generosidade

Marcus Gregório: A importância do compromisso e da generosidade

Marcus Gregório: A importância do compromisso e da generosidade Fico incomodado ao constatar que éramos mais fiéis quando estávamos no mundo do que agora que somos lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro. Não estou falando de um decreto feito por um pastor. Dízimos e ofertas não foram estabelecidos por homens; eles nasceram no coração de Deus.

O relato de 2 Crônicas 24.8-16 mostra como foi feita a restauração da Casa do Senhor pelas mãos do rei Joás e o seu principal encarregado, Joiada. Os versos 15 e 16 contam que Joiada foi sepultado com os reis porque "tinha feito bem em Israel, e para com Deus e a sua casa". Além de Israel ter sido beneficiado, o coração de Deus se alegrou muito com o que havia sido feito. Certa vez, li uma frase que dizia: "Muitas pessoas querem estabelecer mudanças no que é visível sem que primeiro o invisível seja mudado".

Não sei se você tem o entendimento da importância dessa verdade, mas vou tentar lhe explicar. A bênção que quero não está visível, mas posso olhar para aquilo que é visível e dizer: "Meu Deus, mude a minha sorte, abençoe a minha vida, quero estar em um lugar melhor, quero conquistar algumas coisas, quero começar e terminar a faculdade e cursos de especialização, quero ser bem remunerado..." Não há como obter uma transformação do visível sem que primeiro o invisível mude.

Examinando os versículos 8 e 9, você verá que o imposto mencionado não começou em um lugar onde as pessoas tinham muitos recursos, e sim no deserto. Esse imposto versava sobre o compromisso que o povo de Deus devia ter com a manutenção não apenas da Casa do Senhor, mas com o ministério que nela era desenvolvido.

Quando Deus estabelece um princípio, antes de mais nada Ele pensa em nos abençoar ? a mim e a você. Ele pensa em fazer alguma coisa que vá nos beneficiar. Quando um pastor declara que você será abençoado, saem de sua boca brados de alegria, mas quando ele ministra sobre dar, você fecha a cara. Enquanto o seu coração não estiver disposto a

dar, tanto quanto já é para receber, você nunca estará suficientemente suprido. Muitos de nós não celebramos esse momento porque desprezamos o poder que ele traz a todas as áreas da nossa vida.

Diz o versículo 11 que havia dinheiro em abundância. Quando comprometemos os nossos recursos com o Reino de Deus, a obra evangelística anda muito mais depressa. Sem recursos, ficamos limitados. Quando a Casa de Deus tiver acesso a dinheiro em abundância, com muito mais velocidade veremos lares transformados, famílias salvas.

Por que havia muito dinheiro? Porque eles eram generosos, não fechavam a mão para o Reino de Deus. Talvez esse seja o maior empecilho para muitos de nós: a falta de generosidade. Esse texto repete quatro vezes "a Casa do Senhor". Quando alguém repete quatro vezes a mesma coisa, geralmente é porque deseja reforçar aquela ideia ou conceito, a fim de que não seja esquecido. Não há como dizer que amamos a Deus se damos as costas para os desafios da sua Casa.

A Casa de Deus não é lugar de coisa velha, de sobra (v. 14). Se você não consegue comprar algo de boa qualidade com R$ 1,00, o que espera receber das mãos de Deus se esse não for o seu melhor? Se fôssemos avaliados por Deus neste exato momento, Ele diria: "Eu tenho me agradado de vocês", ou será que ouviríamos outra coisa? "Vocês têm feito bem a mim quando cantam e dançam, mas, qual é o bem que têm feito à minha casa? Onde está o compromisso com a minha obra, com a pregação da minha Palavra e com o estabelecimento do meu Reino na Terra?"

Como disse Pedro ? "Sobre a tua palavra" ?, você não vai plantar as suas sementes na vida do pastor, mas sobre a soberana e eterna Palavra de Deus.

Postado por: Felipe Pinheiro

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